Portugueses da Aldeia chamada Neves participaram
da construção do calçadão de Copacabana
Os Neves participaram da construção do calçadão de Copacabana
Esse ramo foi para Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, onde ele foi juiz ordinário nomeado pela Corte no Brasil. Esse fato explica a presença da família NEVES no Sul do Brasil. Outro registro é Passo Fundo, onde o cabo José Neves foi o precursor da cidade, nas antigas fazendas das milícias que foram instrumentos de colonização do Sul. Ele se fixou na cidade e ajudou a criar o núcleo urbano. Depois, um paulista chamado Manoel José Neves também chegou e foi o primeiro morador branco da cidade. Mas, José Joaquim de Andrade Neves foi agraciado pelo imperador Dom Pedro II com o título de Barão do Triunfo, uma homenagem pelos seus atos de bravura na Guerra do Paraguai.
Na Bahia, a fixação inicial se deu em Salvador. O primeiro registro baiano retrata Anna Maria da Costa Neves que se casou na capital da Bahia em meados do século XVIII com Caetano Vicente Almeida, este do clã Almeida que também tem origem portuguesa. Mas, depois, parte da família desceu para o Sul do Estado, para as cidades de Caravelas e Alcobaça. Hoje, há uma fazenda chamada São Gonçalo (foto abaixo), que está com membros da família há mais de 200 anos. Há um outro registro do alferes Hermenegildo de Almeida Neves, que também nasceu em Salvador e emigrou para Caravelas, na primeira metade do século XIX. Ele casou-se com Theodora Muniz Cordeiro, do clã Muniz, também de origem portuguesa, criando um ramo da família Almeida Muniz, tradicional naquela região brasileira, que gerou novos integrantes para o Nordeste.
O Estado de Pernambuco tem diversos membros da família que chegaram em busca das oportunidades oferecidas por Portugal pela extração da cana-de-açúcar e plantio do algodão em terras brasileiras. O registro que há da chegada a esse Estado é de Antonio de Sá Neves que vem da região do Salgueiro, em Portugal.
Esse ramo foi para Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, onde ele foi juiz ordinário nomeado pela Corte no Brasil. Esse fato explica a presença da família NEVES no Sul do Brasil. Outro registro é Passo Fundo, onde o cabo José Neves foi o precursor da cidade, nas antigas fazendas das milícias que foram instrumentos de colonização do Sul. Ele se fixou na cidade e ajudou a criar o núcleo urbano. Depois, um paulista chamado Manoel José Neves também chegou e foi o primeiro morador branco da cidade. Mas, José Joaquim de Andrade Neves foi agraciado pelo imperador Dom Pedro II com o título de Barão do Triunfo, uma homenagem pelos seus atos de bravura na Guerra do Paraguai.
Na Bahia, a fixação inicial se deu em Salvador. O primeiro registro baiano retrata Anna Maria da Costa Neves que se casou na capital da Bahia em meados do século XVIII com Caetano Vicente Almeida, este do clã Almeida que também tem origem portuguesa. Mas, depois, parte da família desceu para o Sul do Estado, para as cidades de Caravelas e Alcobaça. Hoje, há uma fazenda chamada São Gonçalo (foto abaixo), que está com membros da família há mais de 200 anos. Há um outro registro do alferes Hermenegildo de Almeida Neves, que também nasceu em Salvador e emigrou para Caravelas, na primeira metade do século XIX. Ele casou-se com Theodora Muniz Cordeiro, do clã Muniz, também de origem portuguesa, criando um ramo da família Almeida Muniz, tradicional naquela região brasileira, que gerou novos integrantes para o Nordeste.
O Estado de Pernambuco tem diversos membros da família que chegaram em busca das oportunidades oferecidas por Portugal pela extração da cana-de-açúcar e plantio do algodão em terras brasileiras. O registro que há da chegada a esse Estado é de Antonio de Sá Neves que vem da região do Salgueiro, em Portugal.
No Pará, o sobrenome NEVES tem uma procedência conhecida de uma antiga família do coronel Antônio da Silva Neves, no período de 1770 a 1844, que casou-se nos idos de 1805 com Ana Benta de Lima. A geração seguinte a este enlace seguiu com as famílias Seabra, Baeta, Perdigão, Carneiro Junqueira, Amorim, Andrade, Reis Brazão e Figueira.
No Espírito Santo, a origem começa na Bahia. O mesmo ramo já citado acima. Desse núcleo, sai Graciano Neves que forma a família Santos Neves, cujo principal nome é Joao dos Santos Neves. Essa família forte no solo capixaba era escravocrata no período que a Vila Nova de São Mateus pertencia à Capitania de Porto Seguro. Nessa época, Sao Mateus era mais importante economicamente que a capital Vitória. Essa família passou a dominar o comércio de escravos, de gêneros alimentícios como farinha de mandioca, inhame e açúcar mascavo. Eles estão presentes no chamado Ciclo de Angola, período em que diversos escravos angolanos de Cabinda, Luanda e Benguela chegam ao Brasil, através do porto de São Mateus, no rio Cricaré. Essa família fez fortuna porque esses escravos eram os mais valorizados pelo mercado naquela época. Eles criaram um projeto de reprodução de escravos angolanos na Fazenda Sapê do Norte, após a Lei Eusébio de Queiroz (1850) proibir o tráfico da África ao Brasil. Na decadência do negócio, a família se mudou para Vitória onde construíram palacetes nas praias do Suá, do Canto, Santa Helena e Barracão. O filho dele, Dr. João dos Santos Neves, médico formado no Rio de Janeiro, atuou em Baixo Guandu e na capital Vitoria. Tinha muito prestígio pelo dinheiro e eram a família mais aristocrática e rica do Espirito Santo. Passam a influenciar a política capixaba e acabou por Jones dos Santos Neves assumir o cargo de Interventor. Depois foi eleito governador de 1951 a 1955, mas fez uma administração transformadora com o seu Plano de Valorização Econômica.
Em São Paulo há registro de um ramo da família que veio para o Brasil de Machico, na Ilha da Madeira, com o nome de José das Neves Júnior (1889). Sua chegada ao nosso país acontece em 1910 em Araraquara para trabalhar no plantio de café, na divisa com o Paraná. Ele casou-se com outra portuguesa vinda de Mira, chamada Maria Augusta de Jesus. Eles fincam raízes com os cinco filhos nas cidades de Ourinhos e Salto Grande, com passagens pela capital.
Há muitos membros da família NEVES em Portugal, em especial em Lisboa (a capital), em Castanheira de Pera (também nas freguesias de Maçãs D. Maria, Pousaflores e Chão de Couce) em Almada, em Ramalde/Porto, Évora, Meda, Calhau, Minho, Coimbra, Simantorta, Vallongo, Alentejo, Folgosa e em Ericera. Há uma linha teórica que diz que a raiz da família está nas moradas de Serra da Estrela, por causa da neve que era mais intensa na região, conforme registra um antigo censo português.
Há noticias de representantes da família na Africa, em especial nos países que falam a lingua portuguesa, como Moçambique e Angola, na Ilha da Madeira e nos Açores; mas também no Canadá, nos Estados Unidos, na Argentina (membros oriundos de Algarve) e em diversos países da Europa.
No Espírito Santo, a origem começa na Bahia. O mesmo ramo já citado acima. Desse núcleo, sai Graciano Neves que forma a família Santos Neves, cujo principal nome é Joao dos Santos Neves. Essa família forte no solo capixaba era escravocrata no período que a Vila Nova de São Mateus pertencia à Capitania de Porto Seguro. Nessa época, Sao Mateus era mais importante economicamente que a capital Vitória. Essa família passou a dominar o comércio de escravos, de gêneros alimentícios como farinha de mandioca, inhame e açúcar mascavo. Eles estão presentes no chamado Ciclo de Angola, período em que diversos escravos angolanos de Cabinda, Luanda e Benguela chegam ao Brasil, através do porto de São Mateus, no rio Cricaré. Essa família fez fortuna porque esses escravos eram os mais valorizados pelo mercado naquela época. Eles criaram um projeto de reprodução de escravos angolanos na Fazenda Sapê do Norte, após a Lei Eusébio de Queiroz (1850) proibir o tráfico da África ao Brasil. Na decadência do negócio, a família se mudou para Vitória onde construíram palacetes nas praias do Suá, do Canto, Santa Helena e Barracão. O filho dele, Dr. João dos Santos Neves, médico formado no Rio de Janeiro, atuou em Baixo Guandu e na capital Vitoria. Tinha muito prestígio pelo dinheiro e eram a família mais aristocrática e rica do Espirito Santo. Passam a influenciar a política capixaba e acabou por Jones dos Santos Neves assumir o cargo de Interventor. Depois foi eleito governador de 1951 a 1955, mas fez uma administração transformadora com o seu Plano de Valorização Econômica.
Em São Paulo há registro de um ramo da família que veio para o Brasil de Machico, na Ilha da Madeira, com o nome de José das Neves Júnior (1889). Sua chegada ao nosso país acontece em 1910 em Araraquara para trabalhar no plantio de café, na divisa com o Paraná. Ele casou-se com outra portuguesa vinda de Mira, chamada Maria Augusta de Jesus. Eles fincam raízes com os cinco filhos nas cidades de Ourinhos e Salto Grande, com passagens pela capital.
Há muitos membros da família NEVES em Portugal, em especial em Lisboa (a capital), em Castanheira de Pera (também nas freguesias de Maçãs D. Maria, Pousaflores e Chão de Couce) em Almada, em Ramalde/Porto, Évora, Meda, Calhau, Minho, Coimbra, Simantorta, Vallongo, Alentejo, Folgosa e em Ericera. Há uma linha teórica que diz que a raiz da família está nas moradas de Serra da Estrela, por causa da neve que era mais intensa na região, conforme registra um antigo censo português.
Há noticias de representantes da família na Africa, em especial nos países que falam a lingua portuguesa, como Moçambique e Angola, na Ilha da Madeira e nos Açores; mas também no Canadá, nos Estados Unidos, na Argentina (membros oriundos de Algarve) e em diversos países da Europa.
Prof. Adilson NEVES
(http://adilsonrneves.blogspot.com/2009/03/brasao-da-familia-neves.html)
(http://adilsonrneves.blogspot.com/2009/03/brasao-da-familia-neves.html)
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